26 de abr. de 2011

MERCADO- Senegal- Presidente do Senegal pede compromisso para promoção da energia solar


O Presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, pediu ao seu governo para se comprometer ativamente a promover a energia solar, anunciou um comunicado do Conselho de Ministros.

O chefe de Estado do Senegal pediu ao Governo “para fazer com que uma parte da iluminação das novas construções seja  garantida pela energia solar”. Para tal, Wade encarregou o Primeiro-Ministro, Souleimane Ndené Ndiaye, de proceder a uma revisão do Código de Urbanismo. O Chefe de Estado senegalês realçou a cobertura do território nacional pela empresa pública de eletricidade e a sua potencialidade de generalizar a utilização da energia solar.

Abdoulaye Wade ordenou ao seu Governo para preparar textos a fim de redefinir as missões da Sociedade Nacional de Eletricidade, no sentido de um “programa obrigatório de associação das tecnologias solares térmica e fotovoltaica”, diz o comunicado.

De acordo com o Presidente Wade, trata-se de “reforçar a capacidade da Sociedade Nacional de Eletricidade no fornecimento de energia e dotá-la de equipamentos solares paralelamente ao fornecimento da energia térmica”.

De acordo com o comunicado difundido pelo Governo, a instalação dos equipamentos  estaria a cargo dos clientes e dos beneficiários.

O chefe de Estado referiu-se à decisão do Banco Mundial de intervir na execução do plano de fornecimento de energia através de um financiamento de mais de 100 milhões de dólares,  para a vertente do transporte, da distribuição da energia eléctrica e da aquisição de contadores pré-pagos.

Em relação às dificuldades enfrentadas pelas comunidades locais na gestão da iluminação pública e recolha de lixo, o Chefe de Estado reiterou a disposição do seu Governo de prestar mais atenção a essas questões.
“O papel do Estado é estar ao lado das comunas e comunidades rurais, sempre que as suas obrigações excedam os seus meios”, lê-se no texto comunicado.

Segundo o comunicado, “o Senegal pretende pedir ao Banco Mundial o financiamento de um plano diretivo no domínio da energia e do desenvolvimento de energias renováveis”. O ministério senegalês da Energia informou que “o Senegal assinou um acordo de empréstimo com a Índia de 28 milhões de dólares para o financiamento de projetos de eletrificação rural”.

Adaptado por Studio Equinócio
Fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/

MERCADO – ITÁLIA: - incentivos e desafios para o solar térmico para 2020

A Assolterm (http://www.assolterm.it/) , associação italiana de energia solar térmica realizará durante a  Solarexpo(http://www.solarexpo.com/)  uma conferência (Verona, 05 de maio de 2011) para analisar os progressos e inovações tecnológicas e mudanças regulatórias no campo da energia solar térmica.

O recente decreto de aplicação da Diretiva 2009/28/CE relativa à promoção das fontes renováveis ​​evidencia como o papel do calor renováveis ​​deve ser central para a realização dos objetivos e metas estipulados para o ano de 2020.

Estas tecnologias, na verdade, são colocadas em diferentes pontos focais do decreto seja nos requisitos de desempenho energético dos edifícios ou na simplificação administrativa e a revisão dos regimes de incentivo.
Em particular, o decreto introduz explicitamente um incentivo estrutural para as instalações de pequena potência pelo calor renovável. Este incentivo, uma espécie de "conta de energia térmica" ainda não foi definido no detalhe (valores, normas técnicas, acompanhamento, pagamento, etc.) temas  que serão objeto de decretos posteriores a serem emitidso no prazo de seis meses a partir da entrada em vigor do decreto.

A conferência organizada pela Assolterm é uma  oportunidade para fazer um balanço das muitas inovações que estão varrendo o campo da energia solar térmica e aprofundar temas dedicados à análise de regulamentações e de mercado, aplicações tecnológicas e sinergias com o calor de outras fontes renováveis ​​, temas fundamentais para fortalecer uma indústria crescente e crucial para o futuro energético da Itália.

Studio Equinócio

CAPACITAÇÃO - Aquecimento solar para processos industriais será tema de seminário internacional de capacitação


Duas empresas do grupo Marca Solar, Studio Equinócio e Runa Studio participarão do seminário internacional de capacitação em calor solar para processos industriais que acontecerá no dia 9 de Junho em Munique na Alemanha.

Enquanto o aquecimento solar se consolida nos setores residencial e comercial, o aquecimento solar para processos industriais ainda se encontra em um estágio inicial de desenvolvimento. Em princípio, o potencial de aplicação da energia solar para processos industriais é enorme e estima-se que por volta de 30% da demanda de calor no setor industrial encontra-se abaixo dos 100oC, nível de temperatura que pode ser fornecido com eficiência por tecnologias solares térmicas já comercialmente disponíveis.

O seminário internacional é organizado pela agência de energia da Upper Áustria, uma das regiões do mundo que mais utiliza o calor solar e pelo Instituto Fraunhofer de energia solar.

Dentre os principais tópicos do seminário, encontram-se o planejamento e integração do aquecimento solar aos processos industriais,  estudos de caso, diferentes conceitos de projetos dos sistema de aquecimento solar,etc.

“Nosso objetivo é trazer e evoluir o conceito do calor solar para processos no Brasil visando a oferta de soluções aos empresários brasileiros que desejem avaliar de forma adequada e com sólidos conceitos a integração do calor solar à engenharia de seus processos”, comenta Breno Augusto , diretor da Runa Studio.

Existem diversas tecnologias e soluções disponíveis no mercado mundial para projetar instalações para fornecer calor solar para processos industriais e além do treinamento, pretendemos com nossa missão internacional formatar parcerias estratégicas com empresas que já tenham expertise no tema, comenta Carlos Faria, do Studio Equinócio.

Studio Equinócio

SOLAR DECATHLON - Solar Decathlon Europa recebe prêmio de sustentabilidade



O Solar Decathlon Europa  foi homenageado na semana passada pela Comissão Europeia com o Prémio Energia Sustentável Europa (http://www.sustenergy.org/) , na categoria Comunicação. O prêmio anual recompensa as melhores iniciativas que promovem as Energias Renováveis ​​e Eficiência Energética na União Europeia. Mais de 300 iniciativas participaram da competição deste ano.


A premiação na categoria Comunicação  reconhece projetos “que despertem a consciência sobre os desafios da energia e seja capaz de despertar mudanças de percepção da sociedade. 

O júri reconheceu Solar Decathlon Europe por uma série de motivos:

    Proporcionou uma excelente experiência de aprendizado para estudantes universitários criando assim as competências de investigação e inovação junto aos jovens europeus;
    Mostrou o potencial de colaboração entre a esfera pública e o mundo dos negócios, especialmente na tarefa de projetar e construir habitações sustentáveis com tecnologias solares de ponta;
    Criou de um espaço público no qual mais de 200.000 pessoas visitaram e testemunharam a experiência real da Energia Sustentável "em ação". "O Solar Decathlon Europe não só ajuda a sensibilizar os profissionais, mas também mostra que, tecnicamente e financeiramente  é possível e viável atingir a meta de construir edifícios com despesas quase zero de energia, como foi já afirmado pela Diretiva Européia de 2020 ", disse Javier Serra, diretor do Solar Decathlon Europe. 

Adaptado por Studio Equinócio

Britânicos já podem se beneficiar das vantagens do aquecimento solar com programa de incentivos de calor renovável


O Sol é uma fonte de energia gratuita, renovável e não poluente que muitas pessoas gostariam de usar para fornecer água quente tanto para uso sanitário como para calefação. Infelizmente, uma das principais barreiras associadas à tecnologia ainda é o investimento inicial necessário.

A boa notícia para os britânicos é que o governo anunciou recentemente a introdução de um regime de incentivo para fontes de calor renovável que promoverá  uma mudança da matriz de combustíveis fósseis hoje utilizada para fontes de energia renováveis mais limpas, tornando tecnologias como aquecimento solar ​​mais acessíveis para muitos domicílios na Inglaterra, Escócia e País de Gales.
Os moradores devem estar cientes que eles podem receber ajuda financeira de dois fundos de calor renovável de incentivo:

RHI Premium Payments
£ 15.000.000 serão disponibilizadas a partir de Julho de 2011 para formar um tipo de bolsa para as famílias que instalarem um sistema de aquecimento renovável. Estima-se  que a bolsa terá um valor de  £ 300 para aquecimento solar. Uma vez que as £ 15.000.000 tenham sido pagas na forma de bolsas, não haverá mais recursos para este tipo de incentivo.

Incentivo calor renovável

A partir de Outubro de 2012, os incentivos de calor renovável estarão disponíveis para as famílias com um sistema de aquecimento renovável que tenha sido instalado a partir 15 de Julho de 2009.  A proposta se baseia no pagamento de uma tarifa-incentivo quadrimestral  que será paga por um período de 20 anos e cujo valor será  baseado na quantidade de calor renovável produzido. Os montantes exatos a pagar para o aquecimento solar ainda não foram anunciados.

Para se qualificar para qualquer tipo de incentivo financeiro de calor renovável, as famílias com aquecimento solar térmico terão que cumprir determinadas condições, incluindo os seguintes:

  •  a casa terá de ser bem isolada para conservar o calor que está sendo produzido;
  •  o dono da casa terá que concordar em monitorar o sistema de aquecimento solar e fornecer um feedback sobre o seu desempenho o que significa ter um "medidor de calor" instalado.
  • os painéis solares térmicos e componentes associados devem ser instalados por um instaladores devidamente credenciados.

Studio Equinócio

25 de abr. de 2011

EVENTO - Cidades geradoras de Energia solar: este é o tema que será abordado pelo diretor do Studio Equinócio no CICI2011


Entre os dias 17 e 21 de Maio acontece em Curitiba a Conferência Internacional das Cidades Inovadoras – CICI 2011.  O consultor e diretor do Studio Equinócio, Carlos Faria, fará uma palestra abordando o tema Cidades Geradoras de Energia solar, onde apresentará um panorama das tecnologias e potencialidades do uso dos recursos solares no planejamento e no retrofit das cidades e suas edificações. “A energia solar apresenta um leque enorme  e disponível de possibilidades e diante dos desafios da sustentabilidade seu aproveitamento deve ser colocado como prioridade nas políticas urbanas  das cidades inovadoras, pois grande parte de nossa demanda de conforto seja  luz, calor, frio, eletricidade dentre outras, pode ser suprida somente pela energia do Sol”.

A CICI é um projeto que faz parte da iniciativa Cidades Inovadoras (http://www.cidadesinovadoras.org.br/),  um movimento articulado em rede, que promove e apoia ações com foco na sustentabilidade, equilíbrio social e maior harmonia entre o homem e o meio ambiente.
Para mais informações sobre como participar 


Studio Equinócio

Os dilemas da geração sustentável de energia no Brasil - Agostinho Vieira: O Globo

Os dilemas da geração sustentável de energia no Brasil - Agostinho Vieira: O Globo

How to Calculate the Energy Produced from a Solar Thermal System

How to Calculate the Energy Produced from a Solar Thermal System

Lifeline Energy fornece rádios movidos a energia solar para comunidades carentes de países africanos



Você já pensou no impacto que um rádio pode ter na vida de pessoas que vivem em regiões afastadas dos centros urbanos? A organização não governamental Lifeline Energy acredita que os rádios podem ser responsáveis por grandes mudanças em comunidades carentes, pois promovem acesso à informação e à educação.

Por isso, a entidade fornece o aparelho de som Prime, movido a energia solar e eólica, para vilarejos de países africanos que enfrentam a falta de energia elétrica e de saneamento básico. É possível que um grupo de até 60 pessoas consiga ouvir o que o rádio, que funciona 24 horas por dia, com som de alta qualidade, está tocando. Ele ainda possui acoplado um carregador solar para celulares.

Graças ao Prime, professores passaram a utilizar arquivos em mp3 disponibilizados pela ONG para ensinar temas variados a crianças e adultos, que também acompanham as notícias mundiais em tempo real e as novidades musicais.

Em um orfanato de Ruanda, por exemplo, as crianças aprendem inglês, matemática e ciências. Já em um vilarejo do pequeno país Lesoto, enfermeiras e internos de um centro de saúde têm a oportunidade de ouvir sobre prevenção de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, igualdade entre gêneros e outras questões sociais.

Observando o entusiasmo dos beneficiados com o projeto, surgiu a ideia de selecionar “guardiões” dos rádios, que garantem a conservação dos aparelhos em bom estado. Geralmente, quem fica responsável por essa função é um líder comunitário ou um professor. Hoje, as mulheres representam mais da metade dos guardiões.

A Lifeline Energy também tem outros projetos espalhados pela África e trabalha sempre levando soluções criativas e tecnologia limpa às comunidades pobres e distantes.

Studio Equinócio

24 de abr. de 2011

Emirados: renováveis destronam petróleo



Os Emirados Árabes Unidos (EAU) oferecem um ambiente que promove o crescimento futuro da energia renovável e é um espaço natural para ser a sede de longo prazo da IRENA, disse o diretor-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), Adnan Amin, na primeira reunião da assembleia-geral da entidade.

De facto, os EAU deram alta prioridade à questão das alterações climáticas e das energias renováveis. O Departamento de Energia e Alterações Climáticas dos Emirados Árabes Unidos foi criado como parte do Ministério das Relações Exteriores em Março de 2010, com o propósito de ali sediar a IRENA. Mas o forte compromisso da nação para impulsionar soluções e tecnologias sustentáveis tem sido também demonstrado através de ações como a iniciativa Masdar, o código de construção verde de Abu Dhabi (Estidama), a World Future Energy Summit e o prémio Zayed Future Energy.

A cidade de Masdar, por exemplo, que está em fase de construção, pretende ser uma cidade sustentável neutra em carbono. O projeto está aberto a todo o tipo de tecnologias que promovam produtos e sistemas “verdes”, assumindo-se com um  ninho de oportunidades para empresas e outras organizações que queiram explorar parcerias tecnológicas. Em causa estão as áreas de ambiente construído (construção de sistemas), infra-estruturas (potência energética, isolamento térmico / refrigeração, água, resíduos, TIC), e transporte (veículos, infra-estrutura, sistemas).

Mas não é apenas a dependência de combustíveis fósseis que os Emirados querem eliminar. A escassez de água é outra das questões que está a determinar as opções tecnológicas do pais. Estima-se que, até 2025,  seja necessário investir 200 000 milhões de dólares (147 000 milhões de euros) em infra-estruturas e no tratamento de águas e águas residuais, até porque, em Junho de 2010, o regulador nacional anunciou novas regras para o tratamento de efluentes e no sentido de promover a reutilização de água.
A dessalinização é outra das grandes apostas na região: só o Dubai vai investir cerca de 20 000 milhões de dólares (15 000 milhões de euros) em unidades de dessalinização, nos próximos sete anos. Já este ano a Agência de Ambiente de Abu Dhabi anunciou o desenvolvimento de um projeto de dessalinização a energia solar que irá permitir reduzir custos e emissões de CO2. Os primeiros  testes foram realizados em duas unidades-piloto, cada uma com capacidade de produzir 35 KWh. Atualmente existem 30 sistemas a ser testados na região.


Portugal presente na World Future Energy Summit em 2012

Portugal está já de olhos postos neste mercado. Na World Future Energy Summit José Sócrates encabeçou uma delegação de 60 empresários portugueses dos mais variados sectores. O pavilhão português, de 200 metros quadrados, mostrou as iniciativas mais inovadoras nas tecnologias de energia e sustentabilidade sob o conceito renovável. O Mobi-E na mobilidade eléctrica e o InovCity nas redes inteligentes estiveram entre os principais projectos expostos.

A Secretaria de Estado da Energia e da Inovação faz um balanço «muito positivo» desta participação portuguesa, sublinhando o interesse dos gestores em participar no próximo fórum anual, a realizar em 2012. “Se há alguma coisa que se pode aprender com a experiência portuguesa é que é possível obter resultados em pouco tempo. Em seis anos, mudamos o cenário da energia”, referiu o Primeiro-ministro, no seu discurso  aquando da cimeira.

A Zagope actua nos Emirados Árabes Unidos através da sua participada Zagope Gulf Contracting, LLC. Recentemente, esta empresa, com sede em Abu Dhabi, obteve uma Licença Especial, que lhe permite apresentar-se a qualquer concurso de Obras Públicas nos Emirados Árabes Unidos. No domínio das renováveis, a Janz, Solar Plus e Eneida aspiram a conquistar este mercado, depois dos inúmeros contatos frutíferos que resultaram da sua participação na  World Future Energy Summit.

Studio Equinócio